Burrice…

sexta-feira, 19 / agosto / 2011

Dizem que é necessário saber rir de si mesmo para ser feliz. Se for verdade, eu devo ser muito, muito feliz.

Update (21/8)

Voltei de novo? Acho que sim. Tem pelo menos dois posts quase terminados aqui. Se vai rolar mais do que isso? Sei lá, mas tô com vontade. No dia que publiquei esse post aqui eu estava vasculhando meu arquivo. E, sinceramente, tem muita porcaria lá. Mas tem um ou outro post que me dá certo orgulho. E de qualquer forma é um registro da minha vida entre 2007 e 2008 que tenho aqui. Sério, vieram muitas memórias legais na minha cabeça das histórias que aconteceram nessa época. Porém 2009 teve poucos posts e 2010 menos ainda, então eu não tenho esse registro. Muita coisa legal que aconteceu, mas isso está apenas na minha cabeça, que para ser honesto, não é lá muito confiável.

Enfim, eu vou parar de enrolar e voltar ao post novo. Esse daqui era originalmente um rascunho de 2009, aparentemente coloquei a 1ª frase pra lembrar depois de escrever o resto, que deveria contar uma história super engraçada que agora eu já esqueci :P.

Vivo ainda estou

quinta-feira, 11 / fevereiro / 2010

Putz, me toquei que faz mais de um ano que não escrevo aqui… Existe uns 15 rascunhos por  aqui, mas nada publicado (e nem publicavel). Minha vida mudou um pouco, perdi o orientador, consegui uma bolsa para ser o “cara do computador”. E acho que esqueci como blogar. Sério, nunca fui nenhum mestre das palavras, mas já tive tempos melhores.

Mas não foi para dar justificativa que escrevi aqui. Mesmo porque é fácil justificar. É só dizer Google Reader, Twitter e Falta de Tempo. Na verdade, eu só precisando desabafar um pouco um certo ódio que me consome, e num dá para colocar tudo em 140 caracteres. Não mesmo.

Seguinte, tá rolando uma viagem da familia para casa de um tio  que vive no rio. Eu não sou nenhum simpatizante de carnaval, folia, etc… Sim, eu sou um velho de 21 anos. Nem adianta argumentar. O fato é que eu e um primo meu ficamos por que somos Otários Ralé honestos e trabalhadores e portanto ficamos honestamente trabalhando. Então arrumaram que iríamos pro carnaval (eles estão desde o inicio do mês).

Ok, eu num tava muito afim e talz, mas depois acabei gostando da idéia, ia conhecer uma cidade nova. E eu não conheço o sudeste brasileiro, assim ia começar por um lugar famoso. Beleza, depois de um debate mental entre duas forças opostas (a incrível vontade de sair dessa cidade contra o já falado desprezo carnavalesco) eu realmente me empolguei, já que com ajuda de fones de ouvido e do laptop de segunda mão que minha irmã ganhou no meu aniversário (uma outra história, outro post talvez) eu poderia evitar essa parte chata  e aproveitar o resto da cidade, que com certeza ter algo de interessante. Uma abordagem semelhante tem salvado minha vida durante o círio.

Aí eis  que ontem minha liga dizendo algo como “Seguinte, visitamos todos os lugares mais fodas dessa cidade e gastamos todo o dinheiro e vamos passar o essa semana só na casa do teu tio, pois sái mais barato do remacar a passagem pra voltar antes. E se vocês ainda quiserem vir, beleza, tem espaço, mas vô logo avisando que vai ser bem chato!”. Não foram essas as exatas palavras que ela usou, mas foi essa a idéia geral. E viagem vai ser/seria amanhã.

Óbvio que ficamos fulos da vida. Após um período de reflexão (i.e. ele no msn e eu no twitter), decidimos ficar. Aí, hoje de manhã, advinhem, a minha mãe  liga dizendo justamente que seria muito melhor irmos, que não seria tão chato assim e etc. A essa hora meu primo já estava no trabalho e já havia dito que ia ficar por aqui e recebido trabalho extra para fazer… Logo, mesmo se quiser não poderá mais ir.

Quanto a mim, como trabalho na universidade e está rolando  um vestibular hoje, tive folga. Assim eu ainda estava decidindo se ia mandar um e-mail avisando da minha permanência ou se simplesmente apereceria amanhã por lá com cara “AhnQ?” quando recebi a segunda ligação. Então terei que ir só.

O problema de ir só? Bem digamos para conseguir uma passagem a preço acessível nas vésperas do carnaval tivemos que recorrer a uma promoção que requer algumas conexões e escalas que passaram por metade das capitais nordestinas e pela capital federal, em apenas 12 horas de “voo”. Sim na minha cabeça veio essa mesma imagem:

jr Kyle

E agora a decisão, vou ou não vou? ô questão difícil… Vou pensar ainda…

“Fui picado por uma abelha” e outras histórias

terça-feira, 27 / janeiro / 2009

Há muito tempo atrás, ou nem tanto assim, afinal tenho apenas 20 anos, e há muito tempo atrás eu simplesmente não existia e nem ao menos era cogitado, aliás, sabendo que sou fruto de gravidez não planejada, eu desconfio que sequer fui cogitado realmente, apenas aconteci. Onde eu estava? Ah, sim, há um tempo atrás, que não foi ontem nem anteontem, nem ano passado nem… Ah, já estraguei esse parágrafo!

Novamente, quando eu estava no primeiro ano do ensino médio (tô no terceiro da facul… Façam as contas!), eu morava no interior, e ocorreu que no meu colégio de haver uma feira cultural. E ocorreu que a galera teve a idéia de fazer as barraquinhas com teto de palha, e como era interior e 90% dos meus colegas de turma haviam crescido na roça, ir buscar a palha na mata absolutamente não era má ideia. Na verdade era uma boa ideia, o erro foi me levar junto. Eu. Um cara que cresceu na cidade grande* jogando video game. Sinceramente, tinha como dar certo?

Enfim, estava eu na floresta densa no profundo âmago da Amazonia e… Ok, nem era tão densa assim. Na verdade eu fiquei o tempo todo na trilha, que era larga o suficiente para eu achar o caminho de volta mesmo se estivessemos a meia-noite em dia de lua nova debaixo de um temporal. Mas veja bem, eu cresci numa cidade que só tem ávore no centro**, e eu morava no subúrbio. Então o fato de ter batido em uma caixa de maribondos*** não foi tão surpreendente assim.

Cheguei em casa com cinco picadas na orelha, meio com febre e em uma caçamba de caminhão. Minha mãe pareceu-me um pouco chocada. Mas no outro dia eu levantei e fui pra feira do colégio e tudo transcorreu sem maiores problemas, exceto por ter encontrado minha ex-namorada por lá. Lidar com ex é difícil, ainda mais pra mim, que não sabia lidar com ela nem enquanto a namorava, mas eu levei a situação num boa, até disse um “oi, tudo bem?”, na verdade só a citei aqui, para que o parágrafo chegasse até o final.

Então, onde entra a abelha? Entrou hoje, provavelmente pela janela e pousou no chão da sala perto do computador. Sem que eu a visse, pisei nela. Sim, em plena cidade, num apartamento no terceiro andar. E quer saber, tá doendo. Muito. E eu tô mancando. E eu tava planejando ir no Fórum Social Mundial amanhã, mas tipo, se eu não conseguir andar será meio difícil, eu acho… E eu já paguei… Sim, estou com raiva, muita raiva. Mas não exatamente de quê… A abelha tá morta mesmo.

Notas:****
*
Belém não é uma cidade tão graaande assim, mas também não é qualquer município. Quer dizer, 3 milhões de pessoas se esbarrando em espaço limitado dá um certo status, sabe?
**
Ouvi falar que isso só acontece aqui em Belém, tipo é até engraçado, fora do centro é aquele sol de rachar e no centro fica aquele clima europeu. Mas as árvores tem seu lado ruim também, o prejuízo que há com as quedas de mangas em parabrisas  é tão grande que rola uma lenda de que a manutenção das árvores é mantido com os impostos advindos das oficinas que trocam parabrisas.
***
Maribondo, um bicho tão pervesso quanto a abelha, só que mais feio e incapaz de produzir mel.
****
Tive a idéia de colocar essas notas logo após perder o primeiro parágrafo por explicar minhas explicações. Eu já vi notas em outros blogs e acho que vai funcionar bem por aqui. Tipo em vez de parar para explicar, eu ponho uma nota e explico depois, aí eu não perco minha linha de raciocínio  e talvez tenhamos posts melhores.

Falta de Atitude

sexta-feira, 15 / agosto / 2008

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Uma coisa que eu sempre gostei foi desenhar. Não que eu saiba desenhar. Quer dizer eu até sei mas num sou muito bom. Tá dentro do meu Karma de ser mediano. O Humor também não á algo em que me destaque. Na tira acima eu se muito bem que só consigo um sorriso tímido. Mais por reconhcimento do meu esforço do que pela piada em si.

Mas eu estou me desviando do que eu quero dizer. E o que eu quero dizer é que descobri uma excessão ao meu Karma. É, existe algo em que não sou mediano, não, eu sou péssimo, péssimo em tomar atitudes. E o principal motivo de ser péssimo é porque eu raramente tomo alguma atitude em relação a nada na vida.

Eu sempre soube que eu era o culpado pela maior parte dos meus problemas, mas finalmente estou me dando conta que o fato deles ainda não terem sido resolvidos é também minha culpa. Ou melhor, é culpa da minha falta de atitude, quer dizer, dá na mesma, não? Olhando por esse lado, talvez esse meu Karma de ser mediano em tudo se exista apenas porque me faltou atitude pra melhorar.

Agora, pensando nisso, eu vejo a foto da minha turma de formando da 8ª série. Eu não lembro nome de metade das pessoas da foto. Mas eu lembro muito bem da garota sentada em frente a mim, a D. Eu lembro que ela morava perto da minha casa e lembro que voltávamos quase todos os dias juntos. Ela não era lá muito bonita, mais era bem simpática, e até rolava um clima entre a gente, mais eu nunca investi nem tentei nada.

Ao meu lado direito, estava V. H., meu melhor amigo daquele ano. Basicamente a nossa amizade começou porque eu era novato na turma (tinha acabado de me mudar de cidade) e como todos achavam que ele era gay, acabamos fazendo um trabalho juntos simplesmente por exclusão. Foi tão legal que ficamos amigos, mesmo eu tambem pensando que ele era. Depois, quando fui na casa dele, eu acabei percebendo que ele era como eu: faltava algo que o impedia de chegar junto das garotas.

Ele descobriu esse algo durante as férias de julho. Pouco depois eu fui com ele ver uma ótica que fabricava lentes de contato. Ele tinha decidido comprar pela primeira vez. E foi ele que sugeriu que eu também comprasse. Ele teve atitude e se tornou popular. Eu? Só tive a mesma atitude 5 anos depois, no início deste ano. A 8ª série acabou, sobrou uma foto de formatura, e acabei perdendo tanto a possível 1ª namorada, como um grande amigo. Faltou-me atitude pra mantê-los e não vi ela desde a formatura e ele eu só vi uma vez no ano seguinte.

No 1º ano na nova escola, eu conheci A.. Ela era esquisita, cdf, e todos caçoavam dela. Ah, ela também gostava de Legião Urbana. Na minha cabeça, parecíamos feitos um para o outro. Mas eu nunca teria tido atitude se um amigo meu não tivesse me “empurrado”. Então eu pedi pra namorar com ela por telefone. Ela não deve ter sentido muita firmeza, e demorou a responder, mas aceitou. Aí 2 semanas depois nós nem nos falávamos mais. E nenhum dos dois sabia o porquê.

Se eu já não tive muita atitude com Aline, piorou depois. Eu vi meu melhor amigo ficar com a garota que eu gostava e não pude fazer nada. Nem reclamar, nenhum dos dois tinha a menor idéia do que eu sentia. Eu nunca disse pra ninguém.

Assim também eu perdi o contato com meus amigos do Ensino Médio. Às vezes ainda falo com um ou outro no mas só os vejo se nos esbarrarmos por aí. Assim também não consegui nem estágio nem emprego que me pagasse, só monitorias voluntárias e um cargo de Apoio técnico num congresso. Meu currículo é melhor do que o da maioria dos meus colegas. Mas eu não corri atrás. Eles sim. Ele conseguiram estágios ótimos e recebem até bem.

Essa semana eu tomei uma atitude. Normal, de vez em quando eu acabo tomando uma pra variar. No caso eu comprei um uma revista sobre desenho. Pra melhorar minha técnica. Se eu tivesse praticando desde o ano passado quando desenhei aquela acima, eu talvez nem precisasse. Mas o importante foi quando eu estava olhando alguns antigos cadernos de escola à procura de inspiração (sempre que eu tenho uma idéia eu acabo escrevendo em um caderno velho) e folheando um caderno do 2º ano, eu vi minhas anotações, os títulos que eu sempre meio que desenhava as letras só pra que ficasse chamar atenção pra ver se eu estudava depois. E vendo isso, eu fui me lembrando dos amigos, das matérias dos professores e de tudo.

Fiquei nostálgico e escrevendo o texto eu vi a foto da formatura da 8ª o que me deixou mais nostálgico ainda. E refoçou a idéia que me fez escrever esse texto. Eu preciso mudar isso, minha vida foi boa até aqui mas podia ter sido muito melhor se eu não exitasse tanto, de não me faltasse tanta atitude.

Eu sei que só escrever esse texto não vai mudar o que sou, mas espero que fique como um marco, um ponto para o qual eu olhe sempre que fraquejar. Talvez não funcione, talvez eu acorde amanhã com vontade de apagar esse texto, mas eu tinha que escrevê-lo. É tão raro eu tomar alguma atitude que mesmo que seja ruim ou inútil é melhor eu fazê-la. Pelo menos pra praticar, sabe?

Ódio

segunda-feira, 9 / junho / 2008

Há um ou dois posts engatilhados que eu queria publicar, mas vão ser adiados. Porque hoje eu tô com ódio. Assim, em negrito e sublinhado, pois o FDP realmente merece ser odiado.

Deixa eu explicar, eu estou em um período meio complicado, se antes eu não postava por pura preguiça, hoje eu não posto por não ter tempo mesmo. Neste exato momento, eu tenho 3 trabalhos pendentes (um em java pra amanhã e outro em Small Talk pra depois de amanhã e um de física 2 pra semana que vem), além de provas do fim do semestre. Então, eu já não ando no melhor humor do mundo, e eis que hoje eu tinha uma prova.

Só isto já valeria um post, agora acrescente que é a prova do professor mais FDP que eu já vi. Tipo o cara dá a mesma matéria que vimos no Ensino Médio, e ainda resume o assunto, presumindo que vamos todos estudar pelo livro de referencia do curso. Ok, o certo seria esse, mas o caso é que eu tô vendo 7 disciplinas esse semestre. Não dá pra estudar 7 matérias e viver ao mesmo tempo, então obviamente eu elegi prioridades, como Estrutura de Dados 2, e não-prioridades como a do dito-cujo. Cara, imagina para o que servirá no meu currículo colocar “excelentes notas em matemática discreta”. Nada.

Então, explicado a pouca utilidade da matéria e a completa inutilidade do professor, o maluco ainda acha de fazer provas extremamente trabalhosas. Pior, acho que nem ele sabia resolver aquilo. E nesta o desgraçado disse que seria de marcar (na pior das hipóteses, vai tudo C e “Cja” o que deus quiser), mas na hora não era. E mais, pra piorar o ar-condicionado pifou, e em vez de cancelar a prova ou no mínimo mudar de sala, ele passou a prova mesmo assim. Pra ter idéia do calor que estava basta lembrar eu moro em Belém, muitíssimo perto da linha do Equador e temperaturas médias em torno de 35 graus.

Tipo é difícil pensar enquanto seu cérebro derrete dentro de uma estufa. Meu rendimento que já seria baixo (a prova foi daquelas) ficou pior. Tipo foi como receber um sopro de vida quando saí de lá, mas é terrível saber que não tenho muitas chances nesta matéria.

E é isso, eu vou parando por aqui, ainda tenho 3 trabalhos pra fazer, depois eu conto sobre o que isso vai dar.

T+

Nostalgia

sábado, 15 / março / 2008

Hoje é aniversário de uma amiga minha. Eu a conheço desde o segundo ano do ensino médio, mas só ficamos amigos mesmo no ano seguinte. Não sei bem o porquê, mas depois que eu passei o tradicional recado de aniversário pelo orkut, eu comecei a pensar sobre como o tempo passou nestes dois anos desde que eu concluí o 2º grau.

Tipo, todos nós nos distanciamos. Essa amiga, é a única com quem ainda tenho certo contato e ainda assim, são apenas conversas esporádicas no MSN. Eu sei que ela passou no vestibular do meio do ano passado, numa boa universidade particular daqui, sei até o curso! Quanto aos outros, bem, sei que um está fazendo medicina no interior do estado, e outro faz Engenharia da Computação aqui na capital Ano passado eu encontrei por acaso com outra amiga e soube que ela estava fazendo um curso livre de francês. Tinha um amigo que queria fazer o mesmo curso que eu, mas eu nunca mais falei com ele. Isso eu sei por causa das conversas pelo msn, a maioria foi no ano passado mesmo. No início deste ano ainda conversamos tentando marcar um dia pra reunir todos, mas não deu certo.

Tudo bem, isso é natural, sabíamos que nos separaríamos depois do vestibular, e que cada um seguiria com sua vida. Acho que é esse o problema. Eu não sinto minha vida prosseguindo. Quer dizer, eu moro na mesma casa, ainda uso os mesmos óculos (apesar de que agora uso lentes sempre que saio), falo do mesmo jeito… Enfim, parece que só o meu cabelo deixou de ser vermelho. E voltou a cor natural, apesar dos meus planos de colocar uma outra cor.

Acho que esse é meu pior defeito, eu vivo esperando que as coisas mudem e quando isso acontece, eu não estou preparado pra elas. Por isso vivo perdendo oportunidades. Seria tão bom se pudéssemos pegar um defeito e deletá-lo de vez, não? Fazer o que, pelo menos escrever aqui me fez sentir bem melhor, eu devia fazer isso mais vezes! No fundo, eu acho que mudei sim, apenas não percebi o quanto.

Férias de Caipira

quarta-feira, 6 / fevereiro / 2008

E tipo houve umas férias em familia. E tipo que a gente foi pra uma cidade mais ou menos perto daqui, umas cidade que tem praia, praia de mar*. Ficando em hotel, bom hotel, recomendaria a um amigo se hospedar lá.

Acontece que quando fui tomar banho, encontrei um chuveiro elétrico. Sim eu sabia que era um chuveiro elétrico, afinal nasci em Belém e já faz mais de 10 anos que a cidade foi eletrificada! Enfim, apesar disto, eu não tenho muito contato com chuveiros elétricos, por aqui nunca são muito necessário já que a temperatura media daqui gira por volta dos 35º, no inverno!

Então, apesar da cidade ter uma temperatura mais amen, o fato é que pra mim não era necessário um chuveiro elétrico. Mas mesmo assim resolvi experimentar. E talvez por falta de costume, eu não achei uma experiencia muito agradável. Pra ser sincero, aquela bosta só faltou derreter minha pele, putz, parecia metal liquido!

E o pior é que eu não encontrei a porcaria do botão pra diminuir a temperatura. Muito menos pra desligar. Assim eu desliguei o chuveiro, esperei esfriar, liguei me molhei, então esquentou e eu tive que repetir o processo (desligar-esfriar-ligar-esquentar) umas 15 vezes até conseguir me lavar completamente. Um tanto cansativo, eu diria.

Claro que depois eu descobrir como desligar aquilo, mas regular que é bom… Pois eu até queria uma agua morna, mas só tinha lava! E claro que eu virei tipo um ET por lá já que eu era o único que tomava banho frio. Mas eu num conseguia entender como é que as pessoas aguentavam banhar-se em chumbo derretido e ainda me zoar por não fazer isso tambem.

Enfim provavelmente a água nem era tão quente, provavelmente dava pra desligar e provavelmente eu sou só um caipira por dentro.

Droga!

*Praia de mar, pode parecer pleonasmo, mas é que aqui no Pará temos um litoral pequeno, em relação com seu tamanho, então é comum tambem tomar banho em rio. E muitos rios tem suas margens arenosas, aí tambem colocam umas barraquinhas e depois uns vendedores de picolé e tcharam, uma praia de rio. Então para diferenciar costumamos dizer praia de mar pra diferenciar ambos.