Eu não sei como dizer…

sábado, 27 / setembro / 2008

Saca aquelas idéias confusas difíceis de concatenar… Pois é. Eu estou com umas cem delas na cabeça. Então, tcharam! Post em tópico pra vocês!

  • Eu ia postar dizendo o quão bem eu estava. Tipo eu realmente achava que estava, mesmo a minha psicóloga me disse isso. E minhas consultas passaram a ser quinzenais.
  • Mas aí eu não postei.
  • Aí aconteceram coisas que me desanimaram um pouco.
  • Mas aí eu soube que a Mamy voltou! (aliás, se você estiver lendo isso, Mamy, saiba que eu senti muita falta do seu blogue, e fiquei muito feliz com a volta. Só não comentei lá ainda porque também estou viciado nos agregadores, mas vai aí meu trackback cheio de energia positiva).
  • Isso valeria um post, mesmo porque ela, o Neutron, e meu Primo são os únicos que sabem da existencia desse blog.
  • E tanto a Mamy quanto o Neutron escrevem otimamente bem.
  • Já meu primo… Eu não vou falar nada sobre ele enquanto eu me lembrar do spam do último post. Só botei o link porque hoje é o aniversario dele e eu não quero uma briga em família.
  • Mas mesmo com isso acima, eu não postei.
  • Não, nada disso foi suficiente pra postar. Eu até quis, abri o wordpress uma 20 vezes nos últimos tempos. Mas nada escrevi.
  • Não escrevi quando fiquei a um ponto de ser o primeiro colocado da Maratona de Programação. Que foi vencida, vejam só, por alunos de Mestrado. Bastava um pouco mais de experiência minha equipe (eu inclusive) estaria fazendo as Mala pra ir à Vitória. A cidade mesmo, porque a Maratona Nacional com certeza vai ser vencida pelos paulistas. Mas valeria a viagem, com certeza.
  • Mas não postei nada sobre isso.
  • Também nada disse sobre o abraço que levei, no mesmo dia, daquela, garota. Não, nunca falei sobre ela aqui. Mas se acho vocês entendem, era aquela que eu mais queria abraçar. E, sinceramente, ainda quero.
  • Também não contei sobre como eu convidei ela pra sair no mesmo dia, nem como ela aceitou.
  • E muito menos como ela me despachou no dia que sairíamos.
  • Arrasado como fiquei, não ficaria somente pelas palavras, que nem foram muito ruins, foi apenas uma desculpinha meio esfarrapada que eu não acreditei.
  • Não, foi mais pelo espectativa que criei, pelo que eu sinto por ela e pela confusão daquele abraço e do tempo que passamos juntos depois.
  • Achei que foi erro meu, mas pode não ter sido. E isso é o que mais me confunde.
  • Mas não escrevi sobre isso também.
  • Ontem a minha psicóloga disse que só o fato de ter tentado, já foi um grande avanço. E depois marcou a uma consulta pra próxima semana.
  • Talvez meu caso tenha ficado mais interessante. Talvez tenha piorado. Vai lá saber. Isso poderia ser confuso, mas eu já tenho tanta confusão na cabeça que não há espaço para mais essa. Então tô bem tranquilo quanto a isso.
  • E to mais tranquilo quanto a todo o resto. De fato, eu não estou tão bem quanto achei que estava. Mas o fato de saber disso me faz sentir que estou, de qualquer jeito, melhor. E o fato de saber o quanto não estou bem ainda, me faz sentir melhor do que na maioria dos momentos que já vivi.
  • Pode ser que eu tenha postado por causa disso. Mas eu acho que não.
  • Eu acho que cada tópico era motivo pra um post, mas nenhum foi…
  • Então eu só escrevi, porque tinha todos esses motivos, juntos, me cutucando o cérebro.
  • E é isso.
  • É, eu tambem não sei terminar posts em tópicos.
  • E esse ficou enorme.
  • Mas agora acabou!